A padaria é um dos poucos negócios em que alguém precisa acordar às 3 da manhã para o cliente ter pão quente às 6. Essa rotina é a principal razão pela qual padeiro é uma das vagas mais difíceis de preencher — e de manter.
A câmara climática muda isso. A massa é modelada no fim da tarde, entra na câmara em temperatura baixa e passa a noite fermentando devagar. De madrugada o equipamento sobe a temperatura sozinho, e quando o padeiro chega às 5h a massa está no ponto, pronta para o forno.
Frio desacelera o fermento; calor acelera. A câmara controla os dois: mantém a massa em torno de 2°C a 5°C durante a noite, quase parada, e depois eleva para a temperatura de crescimento no horário que você programou.
Além de resolver o horário, a fermentação lenta desenvolve mais sabor na massa — é o mesmo princípio do pão artesanal de fermentação longa.
Programação por etapas — é o recurso essencial. Sem poder programar resfriamento e aquecimento em horários definidos, a câmara vira só uma geladeira.
Controle de umidade — massa que resseca durante a noite forma casca e não cresce direito no forno.
Capacidade em carrinhos — dimensione pela produção de uma manhã inteira, não por fornada.
Carrinho compatível com o forno — permite sair da câmara e ir direto assar, sem remanejar assadeira.
Direto no custo da mão de obra noturna: adicional, rotatividade e a dificuldade de contratar para o turno da madrugada. A câmara desloca a produção para o horário normal e ainda entrega pão melhor, pela fermentação mais longa.
É um dos poucos equipamentos que melhoram o produto e reduzem o custo de pessoal ao mesmo tempo.
Temos câmaras climáticas e estufas de crescimento das principais marcas, com garantia e envio para todo o Brasil a partir do centro de distribuição em São Mateus do Sul, no Paraná. Chame no WhatsApp e conte quantas assadeiras você produz por manhã.
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