Na padaria o fatiador trabalha em duas frentes: o balcão de frios, onde o cliente pede presunto e queijo na hora, e o pré-preparo dos sanduíches e lanches que vão para a vitrine.
Nos dois casos a exigência é a mesma: fatia igual, rápido, e equipamento que se limpa entre um produto e outro.
Cliente que pede frios olha a espessura. Fatia irregular passa impressão de descuido; fatia fina e uniforme valoriza o produto e permite cobrar melhor. É um daqueles detalhes que separa a padaria que compete por preço da que compete por qualidade.
Motor — queijo exige mais que presunto e mortadela. Se você fatia queijo em volume, não economize aqui.
Diâmetro da lâmina — peças grandes de presunto e mussarela pedem lâmina maior, senão é preciso repartir antes e sobra ponta.
Facilidade de desmontar — no balcão se alterna entre queijo, presunto e mortadela o dia inteiro. Higienizar entre eles é boa prática, e só acontece se for simples de fazer.
Protetor de lâmina — o fatiador fica em área de atendimento, com movimento ao redor. Segurança aqui não é opcional.
Comprar frios e queijo em peça custa bem menos por quilo que o já fatiado, e a padaria ainda ganha a margem de vender fatiado no balcão. Some o controle de porção nos lanches da vitrine, e o retorno vem rápido.
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