Boa parte das padarias vende salgado que compra pronto de terceiros. Funciona, mas entrega a maior margem do balcão para outra pessoa — e ainda deixa a qualidade fora do seu controle.
A barreira para produzir nunca foi a receita. É que massa de coxinha exige cozinhar e mexer ao mesmo tempo, e ninguém tem um funcionário sobrando para ficar de pé mexendo panela na hora em que a padaria mais precisa de gente.
Ela tem queimador a gás embaixo do tacho e pás girando dentro. Cozinha e mistura sozinha, sem ninguém junto do fogo.
Na prática, a produção de salgado deixa de disputar mão de obra com o balcão — ela roda enquanto a equipe atende.
A padaria já acorda de madrugada para o pão. O salgado entra no mesmo turno, com a mesma equipe e a mesma área de produção.
E aproveita o forno e a fritadeira que já estão lá. É uma linha de produto nova sem uma estrutura nova.
O mesmo tacho faz massa de risole, croquete e empada e também o creme de recheio — doce ou salgado. Para padaria com confeitaria, ele acaba servindo aos dois lados da produção.
15 e 22 L — padaria testando a linha de salgados, sem compromisso de volume.
37 e 40 L — produção diária firme, com salgado no balcão o dia inteiro.
75 L — padaria que virou fornecedora e entrega para terceiros.
Comece pelo lote, não pela ambição. É mais fácil crescer de tacho do que sustentar produção que não vende.
Confira o ponto de gás e a exaustão — é queimador aberto, e precisa estar previsto na instalação.
Veja também as fritadeiras e as vitrines aquecidas, que são o resto do caminho do salgado até o balcão.
Trabalhamos com misturelas das principais marcas de panificação, com garantia e envio para todo o Brasil a partir do centro de distribuição em São Mateus do Sul, no Paraná.
Chame no WhatsApp e conte quantos salgados você pretende vender por dia — a gente dimensiona o tacho antes de você fechar.
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