A faca que corta carne com osso passa de uma peça para outra o dia inteiro. O que ela pegou na anterior vai junto — e é assim que a contaminação cruzada acontece num açougue que, por todo o resto, está limpo.
Lavar entre um corte e outro não resolve: a água da pia está na temperatura que a mão suporta, e nessa faixa não há esterilização.
É uma cuba estreita em inox, com resistência, que mantém água em temperatura alta e constante. A faca e a chaira ficam submersas em pé entre os usos, com o cabo para fora.
Não é uma etapa a mais no trabalho: o açougueiro larga a faca ali como largaria em cima da mesa. A diferença é que ali ela está sendo tratada.
Ao alcance de quem está cortando. É a única regra que importa na prática.
Esterilizador instalado do outro lado da sala vira enfeite: ninguém atravessa o açougue com a faca na mão no meio do movimento. Os modelos de parede resolvem isso — ficam na altura do posto de trabalho, sem ocupar bancada.
A chaira encosta na lâmina a cada afiada e devolve para a faca o que estava nela. De nada adianta esterilizar a faca e deixar a chaira em cima da mesa — por isso o equipamento comporta as duas.
Esterilizador não substitui os outros dois pontos de água da área de manipulação: o lavatório de assepsia, só para as mãos, e o tanque de utensílios. São três funções diferentes, e a ausência de qualquer uma é apontamento.
Veja o restante em acessórios para açougue.
O esterilizador é de fabricação própria, com garantia e envio para todo o Brasil a partir do centro de distribuição em São Mateus do Sul, no Paraná.
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