Numa pizzaria, a mussarela costuma ser o item mais caro da ficha técnica. Fatiar à mão significa espessura irregular: fatia grossa demais estoura o custo da pizza, fina demais deixa a cobertura pobre e o cliente reclama. E ninguém consegue manter o mesmo corte por horas.
O fatiador resolve o problema pela raiz: espessura calibrada, sempre igual, em qualquer turno.
Se cada pizza leva alguns gramas de queijo a mais do que a ficha prevê, multiplique pelo número de pizzas do mês. É comum o desvio pagar o fatiador em pouco tempo — e ele continua economizando depois disso.
Comprar a mussarela em peça inteira em vez de já fatiada também reduz o custo por quilo. Sem fatiador, essa economia não é acessível.
Diâmetro da lâmina — define o tamanho da peça que cabe. Para mussarela em barra, lâmina maior evita ter que repartir o queijo antes.
Regulagem de espessura — é o coração do equipamento. Precisa ser precisa e travar na posição, sem desregular sozinha durante o uso.
Facilidade de limpeza — queijo gruda. Lâmina removível e peças desmontáveis são o que viabiliza a higienização diária exigida.
Potência — queijo oferece mais resistência que frios. Motor fraco esquenta e trava em uso contínuo.
Três frentes: controle da ficha técnica (a pizza sai sempre com o mesmo custo), compra em peça com preço melhor por quilo e tempo do pizzaiolo, que deixa de fatiar e volta para a montagem.
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