A padaria com cafeteria tem um problema que a padaria só de balcão não tem: louça que volta. Xícara, pires, copo e prato saem em rajada no café da manhã, e voltam todos no mesmo intervalo de vinte minutos.
Se a louça não retorna limpa a tempo, o salão para — não por falta de mesa nem de atendente, mas por falta de xícara.
Lavar à mão consome uma pessoa inteira no horário em que ela faria mais falta no atendimento. A máquina industrial trabalha em ciclos de poucos minutos, com água a temperatura alta, e devolve a louça pronta para uso na sequência.
Na prática, é um jogo de rodízio: enquanto um rack lava, o outro está sendo carregado. O salão nunca fica sem louça.
A diferença entre lavar e higienizar é temperatura. A máo, a água fica na temperatura que a mão suporta; na máquina, ela chega à faixa que elimina carga microbiana no enxágue.
Para padaria que serve alimento e bebida no salão, isso deixa de ser preferência e passa a ser exigência sanitária.
Altura útil do rack — define se entram só copos e xícaras ou também pratos e travessas. Medir a louça mais alta que você usa antes de escolher.
Ciclos por hora — conte pelo pico da manhã, não pela média do dia.
Ponto de água quente e dreno — a instalação precisa estar prevista. É o que mais atrasa a entrada do equipamento em operação.
Tensão e fase — as maiores costumam ser trifásicas.
O cálculo não é sobre detergente e água. É sobre uma pessoa liberada do tanque no horário de maior movimento — e sobre a quebra que deixa de acontecer, porque louça lavada em rack bate menos do que louça lavada com pressa na pia.
Trabalhamos com lava louças da Prática e das principais marcas de equipamento profissional, com garantia e envio para todo o Brasil a partir do centro de distribuição em São Mateus do Sul, no Paraná.
Chame no WhatsApp e conte quantas xícaras e pratos você gira na manhã mais cheia — a gente indica o modelo antes de você fechar.
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