Carne no balcão precisa de alguém para cortar, pesar e embalar. Carne embalada e etiquetada o cliente pega sozinho — da ilha, do expositor vertical, da gôndola refrigerada.
É a mesma carne, com margem melhor: você cobra pela porção pronta, e ela sai no horário em que o balcão está com fila.
É o formato do açougue e do supermercado: a peça vai na bandeja, o filme estica por cima e a base quente sela por baixo.
Modelos de 50 centímetros comportam bandeja grande de picanha e de costela. Vale medir a maior bandeja que você usa antes de escolher — é ela que define a largura, não a média.
Produto embalado na loja precisa de data de fabricação, validade e lote. Sem isso, ele não pode ser exposto — é exigência, e é dos primeiros itens que a fiscalização confere no autosserviço.
Modelos com três datas resolvem no mesmo passo da selagem. Etiqueta escrita à mão borra, descola e não passa em vistoria.
Há dois outros formatos que o açougue costuma usar:
Seladora de pacote — fecha saco plástico. É o formato da linguiça caseira, da carne moída porção e do congelado.
Seladora de marmita e pote — para quem vende preparado pronto: espetinho montado, kit churrasco, carne temperada.
O ganho maior não é embalar mais rápido — é poder produzir fora do horário de pico. O açougue embala de manhã o que vai vender à tarde, e a equipe do pico atende em vez de embalar.
E abre a venda de conveniência: kit churrasco, porção pronta, tempero já aplicado — produtos que só existem se houver como embalar direito.
Veja os verticais de porta de vidro e as ilhas — são os móveis que fazem o embalado girar no autosserviço.
Temos seladoras de fabricação própria e das principais marcas, com garantia e envio para todo o Brasil a partir do centro de distribuição em São Mateus do Sul, no Paraná.
Chame no WhatsApp com a medida da sua maior bandeja e conte o que você pretende embalar — a gente indica o modelo antes de você fechar.
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