A pizzaria vende bebida em praticamente todo pedido, e bebida pede gelo. Numa noite de sábado, isso significa muito gelo — e é justamente no sábado que o saco acaba.
Comprar gelo pronto tem três custos que se somam: o preço do saco, o freezer ocupado para guardar (espaço que deveria estar com mussarela e massa) e o risco de faltar no pico.
Todo o cálculo de uma pizzaria tem que ser feito pelo pico do fim de semana. Máquina dimensionada pela média da semana produz bem na terça e deixa faltar no sábado — que é quando a bebida sai.
Para a maioria das pizzarias com salão e delivery, modelos na faixa de 40 kg por dia resolvem. Casas menores ou só delivery costumam se resolver com até 12 kg, em modelos compactos de balcão.
A máquina produz ao longo do dia e acumula no depósito. Como a pizzaria concentra o consumo em poucas horas, o que atende o pico é a reserva acumulada, não a produção instantânea.
Ou seja: vale olhar a capacidade do depósito com a mesma atenção que a produção diária.
Para bebida, o cubo é o certo: derrete devagar e não dilui o refrigerante nem a cerveja rápido. Gelo que derrete rápido aguada a bebida e o cliente reclama.
O gelo entra direto na bebida do cliente. Filtro na entrada de água evita gosto e protege a máquina de incrustação — que é a principal causa de manutenção e de queda de produção.
Some o gasto mensal com gelo em saco, o freezer que deixa de ser ocupado (e volta a guardar produto que gera receita) e as noites em que faltou gelo. Numa pizzaria com movimento de fim de semana, o retorno costuma vir rápido.
Temos máquinas de gelo de fabricação própria e das principais marcas, de 12 a 65 kg por dia, com garantia e envio para todo o Brasil a partir do centro de distribuição em São Mateus do Sul, no Paraná. Chame no WhatsApp e conte quantas pizzas você faz no sábado.
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