Quem compra gelo em saco paga três coisas: o gelo, o transporte e a dependência do fornecedor. E ainda ocupa freezer para guardar — espaço que poderia estar com produto que dá lucro.
A máquina de gelo produz direto no ponto de uso, na quantidade que a operação precisa, sem estoque e sem depender de entrega no dia de maior movimento.
A conta é por quilos por 24 horas, e o erro comum é dimensionar pela média:
Até 12 kg/dia — bar pequeno, pub, lanchonete, cafeteria. Modelos compactos que cabem embaixo do balcão.
Cerca de 40 kg/dia — restaurante, pizzaria e conveniência com movimento regular.
65 kg/dia ou mais — casa noturna, evento, distribuidora e operação de alto volume.
Dimensione pelo dia mais cheio, não pela média da semana. E lembre que verão e inverno mudam bastante o consumo — vale ter folga.
Gelo em cubo — derrete devagar e não dilui a bebida rápido. É o padrão para bar, restaurante e conveniência.
Gelo em escama — contato maior com o produto, resfria rápido. Usado em peixaria, açougue e exposição de pescado.
A qualidade do gelo é a qualidade da água. Filtro na entrada não é acessório: evita gosto na bebida e protege o equipamento de incrustação, que é a principal causa de manutenção.
Considere também a reserva do depósito: a máquina produz ao longo do dia e acumula, então o depósito é o que atende o pico sem faltar.
Faça a conta do que você gasta com gelo em saco por mês, some o freezer ocupado e as vezes em que faltou gelo no sábado. É esse número que a máquina elimina — e em operação com bom movimento, o retorno costuma vir em poucos meses.
Temos máquinas de gelo de fabricação própria e das principais marcas, de 12 a 65 kg por dia e acima, com garantia e envio para todo o Brasil a partir do centro de distribuição em São Mateus do Sul, no Paraná. Chame no WhatsApp e conte quanto gelo você usa no dia mais cheio.
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