Pizza boa é questão de calor forte e rápido. Forno que não sustenta temperatura assa a massa devagar, resseca a cobertura e entrega borda pálida. Numa pizzaria, isso aparece na reclamação do cliente e no tempo de entrega do delivery.
Por isso o critério aqui é diferente do da padaria: não é volume de assadeiras, é temperatura de lastro e recuperação de calor entre uma pizza e outra.
Forno a gás tipo guilhotina — porta que sobe, lastro refratário e calor direto na massa. É o forno da pizzaria tradicional: assa rápido, mantém temperatura mesmo com a porta abrindo o tempo todo e aceita várias pizzas ao mesmo tempo.
Forno de esteira — a pizza entra de um lado e sai pronta do outro, no tempo exato. Padroniza o produto e dispensa pizzaiolo experiente para controlar o ponto. É a escolha do delivery de alto volume e das operações com equipe rotativa.
Forno turbo — atende pizzaria que também trabalha com esfiha, calzone, lasanha e porções assadas, aproveitando o mesmo equipamento para o resto do cardápio.
Dimensione pelo pico da sexta e do sábado, não pela média da semana. Um forno que dá conta da terça-feira e trava no sábado à noite custa em pedido cancelado e em avaliação ruim no aplicativo.
Forno mais rápido significa mais pizzas no mesmo turno com a mesma equipe — e no delivery, tempo de forno é tempo de entrega. Já o forno de esteira reduz a dependência do pizzaiolo, que é hoje uma das contratações mais difíceis do setor.
Temos fornos a gás, de esteira e turbo das principais marcas, com garantia e envio para todo o Brasil a partir do centro de distribuição em São Mateus do Sul, no Paraná. Chame no WhatsApp e conte quantas pizzas você faz na noite de sábado.
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