Cozinha de produção tem a fritadeira funda ocupada com o item de maior volume — quase sempre batata ou empanado. Quando entra a produção de salgado, bolinho ou pastel, ou ela para a linha principal ou o lote espera.
O tacho resolve como segundo ponto: cuba própria, óleo próprio, sem cruzar sabor com o que está na fritadeira.
Não é o mesmo equipamento menor — é um processo diferente. Na cuba rasa e larga, o produto boia e é virado com escumadeira, em vez de sacudido num cesto.
É assim que se frita o que quebra ou desmancha: pastel, bolinho, croquete, polenta. Em cesto de fritadeira funda, boa parte disso chega quebrada ao recipiente.
Em cozinha industrial o tacho raramente frita por pedido — ele frita lote para porcionar. Isso muda o que importa: não é velocidade de resposta, é constança ao longo de várias levas seguidas.
Por isso os 7 litros costumam valer mais que os 3: mais óleo mantém a temperatura quando entram porções em sequência, e o décimo bolinho sai como o primeiro.
Em batelada, a peneira deixa de ser conforto: a massa solta se acumula rápido quando se fritam quilos seguidos, e queima entre uma leva e outra.
O escorredor importa porque o produto de cozinha industrial não vai direto ao prato — ele vai para o resfriamento ou para a embalagem. Frito que escorre óleo no recipiente amolece por baixo antes de chegar ao cliente.
Em produção, o modelo com pé costuma compensar: fica na altura de trabalho, libera a bancada inteira e evita que o operador passe o turno curvado sobre óleo quente.
Confira a tensão e o circuito: um segundo ponto de fritura costuma disputar linha com equipamento que já está instalado.
Para o volume principal, veja as fritadeiras industriais.
Os tachos são de fabricação própria, com garantia e envio para todo o Brasil a partir do centro de distribuição em São Mateus do Sul, no Paraná.
Chame no WhatsApp e conte quantos quilos você frita por lote — a gente indica a litragem antes de você fechar.
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