Supermercado não é uma loja com muitos móveis. É um conjunto de seções com exigências diferentes, cada uma com sua temperatura, seu tipo de exposição e sua perda característica.
Quem compra equipamento pela lista do fornecedor acaba com um móvel bonito na seção errada. A ordem certa é fechar seção por seção.
É quase sempre a primeira seção do trajeto, e é ela que diz ao cliente se a loja está abastecida antes de ele ver qualquer outra coisa.
Pede vasca central seca para fruta e legume — que estragam no frio — e expositor aberto refrigerado na parede, para folhagem. As duas coisas convivem, e cada uma cuida do que é dela.
É a seção mais exigente da loja. Precisa de câmara fria para estoque, balcão vitrine de 0 a +7 °C para a venda, ilha ou freezer a −18 °C para congelado e expositor vertical para embalado.
Cada faixa é um equipamento. Usar o balcão vitrine como estoque é o erro que mais custa carne escurecida na frente do cliente.
Aqui entram os expositores verticais de porta de vidro e os expositores abertos. É o maior linear refrigerado da loja e o que mais pesa na conta de luz, porque fica ligado 24 horas por dia.
É nessa seção que comparar consumo antes de comparar preço muda o resultado do ano. A diferença mensal entre modelos se acumula em cada porta.
A ilha é o móvel do congelado porque vende por exposição de cima: o cliente olha para dentro e escolhe.
Decida o modelo no começo, mesmo comprando poucas. Ilhas só emendam entre iguais — ampliar o linear anos depois, com modelo diferente, deixa duas alturas desencontradas no meio do salão.
Padaria de supermercado tem produção própria e vitrine própria: forno, amassadeira, estufa de crescimento atrás, e vitrine seca e refrigerada na frente.
É também a seção que dá cheiro à loja — e cheiro de pão fresco é a única propaganda que funciona sem cartaz.
Duas decisões se cruzam aqui. Pesar na seção, com balança computadora e etiqueta, ou pesar no caixa, com balança check-out.
Pesar na seção exige mais balanças, mas acelera o caixa. Pesar no caixa economiza equipamento e transfere a fila para a saída, que é exatamente onde o cliente menos tolera esperar.
E toda balança que define preço é instrumento de transação comercial: precisa de aprovação do INMETRO e verificação do IPEM, com selo e lacre.
Se o orçamento é faseado, a ordem que menos machuca é: primeiro o que segura perda (açougue e congelados), depois o que atrai (hortifruti e padaria), e por último o que organiza (gôndola e check-out).
Perda de carne e de congelado é dinheiro saindo todo dia. Gôndola errada só incomoda.
Atendemos supermercado com equipamento das principais marcas, com garantia e envio para todo o Brasil a partir do centro de distribuição em São Mateus do Sul, no Paraná.
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