O ralador industrial existe por um motivo econômico simples: produto ralado pronto custa bem mais por quilo do que a peça inteira. A diferença é o trabalho de ralar — e a máquina faz esse trabalho em minutos.
Quem usa queijo, coco ou legume ralado em volume recupera o investimento na diferença de preço, sem mudar mais nada na operação.
Queijo — parmesão, mussarela e prato, em ralo fino ou grosso.
Legumes — cenoura, beterraba, abobrinha, mandioca e batata.
Coco — para confeitaria e doces.
Pão — farinha de rosca feita na casa, aproveitando o que sobrou.
Milho verde — para curau, pamonha e bolo, com equipamentos específicos.
Potência — queijo duro e gelado é o material mais exigente. Se você rala parmesão em volume, é aqui que não se economiza.
Discos intercambiáveis — cada disco entrega uma granulometria. É o que determina se a máquina atende todo o seu cardápio ou só parte dele.
Boca de alimentação — boca larga aceita a peça inteira. Boca estreita obriga a cortar antes, anulando parte do ganho de tempo.
Inox e desmontagem completa — contato direto com alimento e resíduo gorduroso que endurece. Higienização é requisito sanitário, não conforto.
O ralador é dedicado e costuma ter mais potência para trabalho contínuo. O multiprocessador rala, fatia e corta em cubos, mas divide a função com outras tarefas.
Quem rala muito e todo dia se dá melhor com o dedicado; quem precisa de versatilidade no pré-preparo ganha mais com o multiprocessador.
Temos raladores industriais, raladores de milho e multiprocessadores com disco ralador, das principais marcas, com garantia e envio para todo o Brasil a partir do centro de distribuição em São Mateus do Sul, no Paraná. Chame no WhatsApp e conte o que você precisa ralar.
FALE COM O SETOR DE VENDAS
(42)8826-0138 ou compre pelo WhatsApp
RASTREAMENTOS
(42)3578-0062