Queijo ralado pronto custa bem mais por quilo que a peça inteira. A diferença existe porque você está pagando pelo trabalho de ralar — e é exatamente esse trabalho que o ralador industrial faz em minutos.
Para um restaurante que usa queijo em massas, gratinados e finalização de pratos, essa é uma das trocas de custo mais simples de fazer.
Queijo — parmesão, mussarela, prato. Para gratinar, para massa, para finalizar.
Legumes — cenoura, beterraba e abobrinha raladas para salada e guarnição, com aparência uniforme no buffet.
Coco e pão — farinha de rosca e coco ralado feitos na casa, aproveitando pão que sobrou.
Potência — queijo duro e gelado, como parmesão, é o teste mais pesado. Motor curto esquenta e trava no meio do lote.
Discos intercambiáveis — ralo fino para parmesão, grosso para mussarela e legumes. É o que define a versatilidade.
Boca de alimentação — boca larga aceita a peça sem cortar antes, que é justamente o trabalho que você quer eliminar.
Inox e desmontagem — queijo deixa resíduo gorduroso. Sem desmontar, não há higienização de verdade — e é ponto que a fiscalização olha.
Queijo ralado na hora tem sabor e textura melhores que o industrializado, que costuma levar amido para não empelotar. Em restaurante que trabalha massa, isso aparece no prato.
Na diferença de preço por quilo entre a peça e o ralado pronto, multiplicada pelo consumo do mês. Some o tempo de mão de obra que deixa de ser gasto ralando à mão e o equipamento costuma retornar em poucos meses.
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