Na padaria, o forno turbo e o de lastro exigem padeiro. Alguém precisa saber quando entra, onde posiciona e quando tira. É conhecimento que mora numa pessoa — e some quando ela falta.
O forno de esteira tira isso da equação. O produto entra de um lado, atravessa a câmara na velocidade programada e sai pronto do outro. Quem opera não decide nada.
Salgado assado ao longo do dia — esfiha, enroladinho, pão de queijo e folhado saem em lotes pequenos, de hora em hora, sem ocupar o forno principal e sem o padeiro parar a produção de pão.
Pizza e lanche quente — a padaria que virou lanchonete à noite atende sem contratar cozinheiro.
Reposição de vitrine — a vitrine aquecida esvaziou às 15h, e a esteira repõe em minutos, quente de verdade.
A maior parte da padaria produz de madrugada e sobrevive de estoque depois das 10h. O que sai da estufa às 16h saiu do forno às 5h.
Com a esteira, o balcão da tarde volta a ter produto recém-assado sem ninguém acender o forno grande — e produto quente vende diferente de produto guardado.
A largura da esteira define o tamanho máximo do produto. Para esfiha e salgado, esteiras menores bastam e cabem duas peças lado a lado.
A capacidade por hora se conta pelo pico, não pela média do dia. Na padaria o pico costuma ser o fim da tarde.
Vale ser direto: a esteira não faz pão francês e não faz pão artesanal. Não há vapor nem massa térmica de pedra. Ela é o segundo forno da padaria, não o primeiro.
Para a fornada principal, veja os fornos turbo e os fornos de lastro.
Confira exaustão, o vão de entrada e a rede elétrica. E deixe área livre nas duas pontas: a esteira precisa de espaço de carga e de saída.
Trabalhamos com fornos de esteira das principais marcas, com garantia e envio para todo o Brasil a partir do centro de distribuição em São Mateus do Sul, no Paraná.
Chame no WhatsApp e conte quantos salgados você assa por dia — a gente indica a largura e a capacidade antes de você fechar.
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