A maior parte dos restaurantes escolhe chapa a gás por custo de operação. A elétrica entra quando o ponto não comporta gás — salão em shopping, praça de alimentação, cozinha em prédio comercial, ponto alugado sem projeto de GLP.
E entra também por um motivo técnico: a elétrica mantém a temperatura mais estável. Sem chama, sem variação de pressão do botijão, sem ponto frio na borda.
A espessura da chapa é o que guarda calor. Uma chapa fina esfria assim que recebe a carne gelada, e aí a peça cozinha em vez de selar — solta água e sai cinza.
A chapa grossa de 19 mm tem massa térmica para receber várias peças seguidas sem perder temperatura. Em restaurante com fluxo, é a diferença entre selar e refogar.
70 a 80 cm — restaurante com chapa de apoio, prato executivo, cozinha compacta.
1 a 1,20 m — a medida mais comum de salão com movimento. Permite duas zonas de trabalho na mesma chapa.
1,5 m — alto volume e churrasco na chapa. Cabe carne, cebola e acompanhamento ao mesmo tempo, sem misturar sabor.
A prensa encosta por cima e cozinha dos dois lados de uma vez. Corta pela metade o tempo do sanduíche e do bife prensado, e padroniza a espessura.
Para restaurante que serve prato feito, ela é dispensável. Para quem tem lanche no cardápio, paga-se sozinha no horário de pico.
Confira a rede elétrica. Chapa elétrica industrial puxa muito, e as maiores costumam ser trifásicas — é o que mais atrasa a entrada do equipamento em operação.
Vale ver junto as chapas a gás para comparar custo por hora antes de decidir.
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