Antes de abrir a câmara e conferir temperatura, o fiscal olha o chão do estoque. Caixa, saco e engradado apoiados no piso são o apontamento mais comum — e o mais barato de evitar.
A razão é prática: o piso é lavado com produto, recebe respingo e é por onde praga circula.
Muito restaurante organiza o estoque seco e esquece a câmara fria. Lá dentro, o problema é maior: umidade constante mais respingo de descongelamento.
Estante pintada dentro de câmara enferruja em meses — e a ferrugem fica em cima de alimento. O inox é o único material que atravessa esse ambiente.
Quatro níveis aproveitam a altura sem colocar peso acima do ombro — onde tirar caixa cheia vira risco de lesão.
50 centímetros de profundidade comportam caixa padrão e monóbloco deitados e ainda deixam corredor. Prateleira mais funda parece melhor e não é: o que vai para o fundo some, vence e é descartado.
Estoque seco — lata, embalagem, descartável, farinha.
Câmara e geladeira — onde a exigência é mais cobrada.
Sobre a pia — para panela e utensílio escorrerem no lugar em vez de ocuparem bancada de trabalho.
Próximo à linha quente — para o mise en place do turno ficar ao alcance sem tomar bancada.
Estoque em prateleira é estoque visível. E o que se enxerga se usa antes de vencer.
Boa parte da perda de restaurante não é desperdício de prato — é insumo que venceu no fundo de uma pilha.
Meça a altura livre e a largura do corredor, não só a parede. E conte pelo que você guarda — caixas — e não por metro linear.
Veja também as pias inox industriais e as mesas em inox.
As estantes em inox são de fabricação própria, com garantia e envio para todo o Brasil a partir do centro de distribuição em São Mateus do Sul, no Paraná.
Chame no WhatsApp com a medida do vão e o que você precisa guardar — a gente indica o tamanho antes de você fechar.
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