Ralar mussarela é o serviço que some do dia da pizzaria. Ninguém contabiliza, mas são horas de um funcionário ocupadas com uma tarefa que não exige nenhum preparo — e que ainda machuca a mão.
Um ralador industrial faz até 150 quilos por hora. O que ocupava a manhã inteira vira questão de minutos.
Mussarela e queijo de cobertura — o uso principal, em pizzaria, lanchonete e rotisseria.
Calabresa e embutidos — desfiados em vez de ralados, para recheio e cobertura.
Coco — confeitaria e docerias que trabalham com coco fresco em vez do industrializado.
Legumes e mandioca — base de bolinho, croquete e massa de salgado.
Há um ganho que não aparece no tempo. Queijo ralado à mão sai irregular: pedaço grosso ao lado de pó. O grosso não derrete por igual e o pó queima antes.
Com o disco, o fio sai no mesmo calibre — a cobertura derrete uniforme e você usa menos queijo por pizza para o mesmo resultado visual. Em produto caro como mussarela, isso aparece no fechamento do mês.
Capacidade por hora — conte pelo pico. Se você rala 20 kg antes da noite de sábado, não precisa da máquina de 150 kg/h; se rala 80, precisa.
Corpo em inox e peças desmontáveis — queijo gruda, e gordura de laticínio azeda rápido. Se não desmonta, não higieniza.
Motor de uso contínuo — ralar exige força constante, não picos. Motor doméstico esquenta e para no meio do lote.
A conta é direta: horas de gente devolvidas mais queijo economizado por uniformidade. Nas duas frentes o retorno costuma vir em meses, porque substitui trabalho que se repete todo dia.
Veja também os demais equipamentos de bancada, que resolvem os outros preparos repetitivos da cozinha.
Temos raladores de fabricação própria e das principais marcas, com garantia e envio para todo o Brasil a partir do centro de distribuição em São Mateus do Sul, no Paraná.
Chame no WhatsApp e conte quantos quilos você rala no dia mais cheio — a gente indica a capacidade antes de você fechar.
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