A fritadeira parece um equipamento simples, mas é onde mais se perde dinheiro sem perceber — porque o custo não está na máquina, está no óleo. Escolher errado significa trocar óleo com mais frequência pelo resto da vida do equipamento.
Durante a fritura, resíduos se soltam do alimento. Numa fritadeira comum eles ficam circulando e queimando, escurecendo o óleo e passando gosto queimado para tudo.
A zona fria é uma região abaixo das resistências, mais fria, onde esses resíduos descem e param. O óleo dura mais trocas e o sabor não se transfere entre alimentos. É o recurso que mais impacta o custo de operação.
A elétrica tem termostato preciso e instalação simples — só precisa de rede dimensionada. Boa para operação menor, ponto alugado e praça de alimentação.
A a gás recupera temperatura mais rápido e tem custo por hora menor. Compensa em quem frita muitas horas por dia, mas exige ponto de gás e exaustão.
A litragem se calcula pelo pico, não pela média: tanque pequeno perde temperatura quando entra alimento congelado, e aí a fritura absorve gordura em vez de selar.
Dois tanques independentes permitem separar alimentos que não podem trocar sabor — batata de um lado, peixe ou empanado do outro. Quem frita produtos variados economiza óleo com essa separação.
A de bancada ocupa pouco e atende volume moderado. A de piso tem tanque maior e sustenta produção contínua.
Temos fritadeiras elétricas e a gás, de bancada e de piso, com zona fria e de um ou dois tanques, das principais marcas, com garantia e envio para todo o Brasil a partir do centro de distribuição em São Mateus do Sul, no Paraná. Chame no WhatsApp e conte o que e quanto você frita.
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