Nem todo negócio precisa de um fatiador de chão. Padaria de bairro, mercearia, lanchonete, food truck e restaurante pequeno fatiam volume moderado e não têm espaço sobrando — para esses, o fatiador portátil de bancada entrega o mesmo controle de espessura num equipamento que sai da frente quando não está em uso.
Ele dá conta de fatiar frios, queijo e embutidos em quantidade moderada, com corte calibrado. É a escolha certa quando o fatiamento acontece em momentos do dia, e não de forma contínua.
Se a operação fatia sem parar — supermercado com balcão de frios, por exemplo — o motor de um portátil esquenta e o equipamento pede pausa. Aí vale o modelo industrial maior.
Diâmetro da lâmina — define o tamanho da peça que cabe. Lâmina pequena obriga a repartir a peça antes, o que gera perda.
Regulagem de espessura — precisa travar firme e não desregular durante o uso, senão o corte perde padrão no meio do serviço.
Peso e base — portátil não significa instável. Base antiderrapante e peso adequado evitam que o equipamento ande na bancada durante o corte.
Desmontagem para limpeza — frios e queijo deixam resíduo gorduroso. Lâmina removível é requisito para higienização correta.
Permite comprar frios e queijo em peça, que custa menos por quilo que o fatiado pronto, e padroniza a fatia — o que controla a porção do sanduíche e o custo do prato. Para um negócio pequeno, é dos equipamentos que retornam mais rápido.
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