Todo açougue que faz linguiça própria conhece a reclamação: “a da semana passada estava melhor”. Não é impressão do cliente. É mistura feita à mão.
Na bacia, o tempero fica concentrado onde a mão passou mais, e a gordura não se distribui igual. O primeiro quilo sai diferente do último — do mesmo lote.
As pás giram em sentidos opostos e dobram a massa sobre si mesma, em vez de revolver. Em poucos minutos, tempero, gordura e carne magra ficam homogêneos em toda a batelada.
Há um ganho técnico junto: a mistura mecânica desenvolve a liga da carne. Massa com liga não solta água na fritura e o hambúrguer não esfarela na chapa.
5 e 15 kg — açougue de bairro que faz linguiça e hambúrguer em lote diário. Fica na bancada.
25 e 30 kg — açougue com linha própria de embutidos e produção de fim de semana.
50 e 100 kg — supermercado, fabriqueta e quem fornece para terceiros. Nessa faixa costuma ser trifásico — conferir a rede.
Dimensione pela batelada, não pelo total do dia. Misturar em duas levas é normal; em seis, o equipamento está pequeno e a padronização volta a depender de quem mistura.
Misturar à mão é dos serviços mais pesados e mais demorados do açougue, e é feito com a mão dentro da carne — o que a vigilância não gosta de ver.
O retorno vem em três frentes: uma pessoa liberada do trabalho braçal, produto padronizado que sustenta cliente fiel, e menos perda, porque massa com liga rende mais na fritura.
Misturador raramente anda sozinho. O caminho completo do embutido é moer, misturar e ensacar. Há também modelos que já vêm com moedor e misturador no mesmo corpo.
Temos misturadores de fabricação própria e das principais marcas, com garantia e envio para todo o Brasil a partir do centro de distribuição em São Mateus do Sul, no Paraná.
Chame no WhatsApp e conte quantos quilos você mistura por vez — a gente indica a capacidade antes de você fechar.
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