Expositor de carne é um equipamento com duas exigências que puxam em direções opostas: precisa mostrar o produto e ao mesmo tempo manter temperatura rigorosa. Vidro e abertura ajudam a vender e atrapalham a refrigeração — e é no equilíbrio entre os dois que está a escolha.
Carne resfriada exige 0°C a 4°C. Não é recomendação: é o que a vigilância sanitária fiscaliza e o que garante o prazo de validade. Equipamento que oscila fora da faixa compromete o lote e gera notificação.
Por isso, mais importante que a temperatura mínima do catálogo é a capacidade de recuperação: quanto tempo leva para voltar à faixa depois de aberto no horário de movimento.
Balcão vitrine — atendimento assistido, com corte na hora. É o formato do açougue e da seção de atendimento do supermercado. Vende corte nobre porque o cliente conversa e escolhe.
Expositor vertical com vidro — autoatendimento de carne embalada. Expõe muito em pouca área de piso.
Ilha refrigerada — alto giro de embalados, acesso pelos dois lados, ótima para promoção e compra por impulso.
Iluminação — realça o vermelho natural e faz a carne parecer fresca, o que encurta o tempo até a venda.
Consumo — equipamento de exposição fica ligado 24 horas. A diferença entre modelos aparece na conta do ano.
Degelo — automático evita a formação de gelo que derruba a eficiência e obriga a parar o equipamento.
Em perda evitada. Carne descartada sai integralmente do lucro. Um expositor que segura a temperatura e apresenta bem reduz a quebra da seção — e em carne, a quebra é o que come a margem.
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