O expositor vertical é ótimo para bebida em garrafa e lata. Mas há um mix que ele atende mal: frios fatiados, embalados, bandejas e produto que se escolhe olhando de cima. Nesses casos o formato horizontal vende mais, porque o cliente vê o conjunto inteiro de uma vez em vez de varrer prateleira por prateleira.
Entre 0 e +7 °C — a faixa de conservação de frios, laticínios e bebida gelada. Não é congelamento: o produto sai pronto para consumo, sem descongelar e sem perder textura.
Para bebida em faixa negativa, o equipamento correto é a cervejeira, que chega a -6 °C. São máquinas diferentes para propósitos diferentes — e trocar uma pela outra decepciona o cliente nos dois sentidos.
Dois metros é o ponto em que o balcão deixa de ser um complemento e vira seção. Cabe mix real — queijo, presunto, embutido, iogurte, bebida — sem que a vitrine fique com cara de vazia, que é o que mais tira credibilidade da exposição.
E ainda circula bem: dois metros não obrigam o cliente a andar demais para ver o outro extremo.
Mercado de vizinhança — concentra frios e laticínios num ponto só, perto do açougue.
Conveniência — bebida e lanche pronto no caminho do caixa.
Padaria — frios fatiados ao lado do balcão de pão, que é a compra que acompanha.
Meça o vão da porta e o caminho até o ponto final. Balcão de 2 metros não gira em corredor estreito, e desmontar para passar nem sempre é possível.
Confira também a tomada: boa parte dos modelos pede ponto dedicado, e dividir circuito com outro equipamento de refrigeração é o começo de um problema que aparece no verão.
Trabalhamos com balcões Gelopar e das principais marcas de refrigeração comercial, com garantia e envio para todo o Brasil a partir do centro de distribuição em São Mateus do Sul, no Paraná.
Chame no WhatsApp com a medida do vão e o mix que você quer expor — a gente indica o comprimento e a faixa certos antes de você fechar.
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