Hortifruti é a seção que mais perde produto. E quase nada disso é culpa do tempo de prateleira — é fruta empilhada em cima de fruta. O peso amassa a de baixo, a de baixo estraga, e a perda é descoberta dois dias depois, quando já contaminou a caixa inteira.
A fruteira vasca resolve isso pela forma: o produto fica em cestos ou caixas separados, em camada rasa, e ninguém sustenta o peso de ninguém.
O espelho inclinado no fundo não é enfeite. Ele faz duas coisas ao mesmo tempo.
A primeira é mostrar o produto de cima: o cliente vê a fruta sem se inclinar sobre a vasca, e escolhe mais rápido. A segunda é dobrar o volume aparente — meia caixa refletida parece uma caixa cheia.
Isso importa no fim do dia, quando o estoque baixou. Sem espelho, uma vasca pela metade parece sobra. Com espelho, ela continua parecendo abastecida — e você vende até o fim sem precisar repor só para a seção não parecer vazia.
A conta não é pelo espaço que sobra na loja — é por quantos itens diferentes você quer expor ao mesmo tempo.
6 cestos — mercearia, minimercado e loja de bairro que trabalha com o básico: banana, maçã, tomate, cebola, batata e a fruta da estação.
10 caixas — o tamanho de mercado de bairro com seção de hortifruti própria, onde cabe fruta e legume no mesmo móvel.
15 caixas — supermercado que faz do hortifruti uma seção de destino, com variedade suficiente para o cliente resolver a feira ali.
A fruteira vasca é um móvel seco, sem refrigeração. Isso é o certo para a maior parte do hortifruti: banana, tomate, batata, cebola, abacate e mamão sofrem no frio — escurecem, param de amadurecer e perdem textura.
Folhagem é outra história. Alface, rúcula e couve pedem expositor aberto refrigerado. As duas coisas convivem na mesma seção e cada uma cuida do que é dela — veja os expositores abertos.
Como o produto fica em caixa ou cesto, a reposição é trocar a caixa, não despejar fruta nova por cima da antiga.
Isso muda o resultado no fim do mês por um motivo simples: quem despeja por cima nunca gira o produto velho, e ele apodrece embaixo. Quem troca a caixa vê o que sobrou e decide — puxa para a frente, marca para o dia ou tira.
Confira a largura contra o corredor: a vasca central precisa de passagem dos dois lados, e cliente com carrinho ocupa mais espaço do que parece na planta.
Veja também se o modelo já vem com as caixas ou se elas são compradas à parte, porque isso muda o valor final.
Trabalhamos com fruteiras vasca das principais marcas de móvel comercial, com garantia e envio para todo o Brasil a partir do centro de distribuição em São Mateus do Sul, no Paraná.
Chame no WhatsApp com a medida do corredor e quantos itens você quer expor — a gente indica o tamanho antes de você fechar.
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