Fatiar carne à mão parece simples e é onde o açougue mais perde controle. O problema fácil de ver: o bife sai de espessura diferente e o cliente reclama que “veio mais fino que da outra vez”.
O difícil de ver é o rendimento: bife um pouco mais grosso significa menos unidades por quilo, e o preço por unidade que você calculou deixa de valer.
Não é o mesmo corte cortado — é um produto de conveniência, e por isso vale mais por quilo.
Bife pronto para a frigideira, bacon em fatia fina, carne para churrasco grego, carpaccio. Todos são peças que o cliente compraria inteiras e leva prontas.
Este é o detalhe técnico que separa o fatiador de carne do de frios. Carne semicongelada é o que permite fatia fina e regular — carne mole se deforma na lâmina e sai rasgada.
Por isso o fatiador de carne precisa de lâmina maior e motor com torque. Fatiador de frios comum trava ou queima quando encontra carne firme.
Disco de 350 mm comporta peça grande e mantém velocidade sob carga.
Afiador embutido — lâmina cega rasga a fibra em vez de cortar, e a fatia sai com aspecto de puxada. Sem afiador integrado, a lâmina sai da máquina para afiar — e aí não é afiada na frequência certa.
Peças desmontáveis — gordura de carne se acumula atrás da lâmina e no carro. É item de vistoria.
Proteção de lâmina — é o equipamento do açougue com maior histórico de acidente de mão.
Fatiar, pesar e selar é o caminho que transforma corte em produto de prateleira — que vende sem ocupar atendente.
Trabalhamos com fatiadores das principais marcas de equipamento profissional, com garantia e envio para todo o Brasil a partir do centro de distribuição em São Mateus do Sul, no Paraná.
Chame no WhatsApp e conte o que você pretende fatiar — a gente indica o disco e o motor certos antes de você fechar.
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