Açaí e sorvete expresso são dos poucos negócios de alimentação que cabem num ponto pequeno — quiosque, trailer, box de galeria, esquina movimentada. Não exigem cozinha, coifa nem ponto de gás.
O que eles exigem é a máquina certa: uma que caiba no balcão e aguente o fim de tarde de verão.
Assim como a garapa, o açaí expresso vende sendo servido. A textura saindo da torneira em espiral, na frente do cliente, faz a propaganda que nenhum cartaz faz.
Por isso a máquina fica de frente para a rua, e não nos fundos.
Para começar, quase sempre sim. Uma torneira serve um sabor por vez — e em açaí o sabor é um só; a variedade vem dos complementos, que ficam na bancada ao lado.
Duas torneiras fazem sentido quando você quer açaí e sorvete ao mesmo tempo, ou dois sabores de sorvete. É decisão de cardápio, não de volume.
Tempo de recuperação — o número que importa de verdade. É quanto a máquina leva para voltar ao ponto depois de servir uma sequência. Numa fila de fim de tarde, máquina lenta serve açaí mole — e açaí mole não volta a ser vendido.
Consumo e tensão — em trailer e quiosque, o circuito costuma ser disputado com outros equipamentos. Confira antes.
Limpeza — açaí é polpa de fruta e azeda rápido. Se as peças do cilindro não desmontam com facilidade, a higienização diária vira o motivo pelo qual você vai odiar a máquina.
O insumo é polpa, e o custo por copo é dos mais baixos do setor. O que decide o resultado não é o preço de compra da máquina, é quantos copos por hora ela sustenta no pico — porque a venda de açaí se concentra em poucas horas do dia.
Trabalhamos com máquinas das principais marcas do setor, com garantia e envio para todo o Brasil a partir do centro de distribuição em São Mateus do Sul, no Paraná.
Chame no WhatsApp e conte quantos copos você pretende vender no fim de tarde mais cheio — a gente indica o modelo antes de você fechar.
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