No açougue, a serra fita é o equipamento que mais influencia a margem por peça. Corte limpo aproveita mais carne; corte que destroça o osso gera lascas, perde produto e deixa a peça com aparência ruim na vitrine.
E é o único equipamento que corta carne com osso: costela, bisteca, ossobuco, pé, joelho e peixe congelado.
Serra fita se especifica pelo comprimento da lâmina em metros, e esse número determina o tamanho da peça que cabe e a robustez da máquina:
1,80 m — açougue de bairro, mercado pequeno, volume moderado.
2,06 m — açougue com movimento regular e peças médias.
2,82 m ou mais — peça inteira, alto volume, supermercado e frigorífico.
Dimensione pela maior peça que o frigorífico entrega. Serra pequena obriga a repartir antes com cutelo — que é exatamente a perda que ela deveria evitar.
Muitos modelos trazem moedor integrado. Para o açougue faz muito sentido: o mesmo equipamento corta a peça e mói a apara, resolvendo dois processos em um só e economizando espaço — que costuma ser curto na área de manipulação.
Procure proteção de lâmina, empurrador e botão de emergência. São itens verificados pela fiscalização do trabalho e o que evita o acidente mais comum do setor.
E desmontagem completa em inox: resíduo de osso e carne entre as partes é foco de contaminação, e a higienização diária precisa alcançar tudo.
Lâmina desgasta e precisa ser trocada periodicamente. Antes de escolher o modelo, confirme preço e disponibilidade da lâmina de reposição — medida incomum sai mais cara de manter ao longo dos anos.
Temos serras fita de 1,80 m a 2,82 m e acima, com e sem moedor acoplado, de fabricação própria e das principais marcas, com garantia, lâminas de reposição e envio para todo o Brasil a partir do centro de distribuição em São Mateus do Sul, no Paraná. Chame no WhatsApp e conte as peças que você recebe.
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