Toda pizzaria tem a mesma tarefa chata: fatiar cebola, tomate, pimentão, azeitona e champignon antes de abrir. É trabalho manual, demorado, que ocupa alguém por boa parte da tarde e ainda sai desigual — rodela grossa demais não assa junto com a massa.
O multiprocessador resolve isso em minutos, com corte padronizado.
Fatiar — cebola em rodela, tomate, pimentão, champignon. Espessura igual, o que faz a cobertura assar por igual.
Ralar — queijo em disco ralador, quando a casa trabalha com mussarela ralada em vez de fatiada.
Picar e triturar — alho, temperos, molhos e patês para a entrada.
O que define o que a máquina faz não é o motor, são os discos. Cada disco entrega um corte: fatiador fino, fatiador grosso, ralador, cortador em cubos. Vale conferir quais acompanham o equipamento e quais são vendidos à parte.
Para pizzaria, os essenciais são o fatiador (cebola e tomate) e o ralador (queijo).
Potência — ralar queijo exige mais que fatiar cebola. Motor curto esquenta e trava.
Boca de alimentação — boca larga aceita a cebola inteira; boca estreita obriga a cortar antes, o que anula parte do ganho.
Limpeza — discos e cuba removíveis. Resíduo de queijo e tomate endurece se não for lavado logo.
É o pilar mais direto: substitui horas de trabalho manual. O pré-preparo que ocupava uma pessoa por toda a tarde passa a levar minutos, e essa pessoa vai para a montagem ou o atendimento — sem contratar ninguém a mais.
Temos multiprocessadores e processadores de alimentos das principais marcas, com jogo de discos, garantia e envio para todo o Brasil a partir do centro de distribuição em São Mateus do Sul, no Paraná. Chame no WhatsApp e conte o que você precisa cortar.
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