É a compra que quase todo negócio pequeno erra uma vez. O liquidificador de casa custa uma fração e parece dar conta — até queimar, em algumas semanas.
O motivo não é potência. É ciclo de trabalho. O doméstico foi feito para ligar duas ou três vezes por dia; no balcão, ele liga dezenas de vezes por hora e não tem tempo de esfriar entre uma vitamina e outra.
Motor de uso contínuo — dimensionado para o liga-desliga do balcão.
Copo em inox — não trinca com gelo nem com choque térmico, e não guarda cheiro do que passou antes.
Lâmina reforçada — aguenta gelo e polpa congelada, que é o que mais quebra lâmina comum.
Peças desmontáveis — lavagem completa entre um sabor e outro, sem resto de leite na base.
1,5 a 2 L — o copo do pedido individual. Vitamina, suco e caipirinha servidos na hora.
6 L — lanchonete e pizzaria com movimento. Rende vários copos por batida, o que muda a fila do horário de pico.
10 L — quem prepara base em lote: suco do dia, massa de bolinho, molho.
O arranjo mais comum de lanchonete não é um grande, e sim dois pequenos — um para doce e outro para salgado. Evita gosto cruzado e elimina a lavagem entre pedidos.
Na conta mais simples que existe: quantos domésticos você trocaria no mesmo período. Casas que giram bebida costumam queimar dois ou três por ano — e cada troca também custa um dia de venda perdida.
Para volume acima de 10 litros, o formato muda: veja os liquidificadores industriais basculantes.
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Chame no WhatsApp e conte quantos copos você serve na hora mais cheia — a gente indica a litragem antes de você fechar.
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