Num restaurante, boa parte do trabalho acontece antes de abrir: descascar, fatiar, ralar, picar. É a etapa que consome mais mão de obra e a que menos aparece no prato — e justamente por isso é onde faz mais sentido automatizar.
Legumes em fatia ou cubo — batata, cenoura, abobrinha, beterraba. Corte uniforme cozinha por igual, o que importa em guarnição e no self-service.
Salada — repolho, alface e cenoura ralada em minutos, com aparência padronizada no buffet.
Queijo ralado — para massas e gratinados, comprando a peça inteira em vez do ralado pronto.
Molhos e patês — com a cuba trituradora.
A versatilidade não vem do motor, vem do jogo de discos: fatiador em espessuras diferentes, ralador fino e grosso, cortador em cubos e o disco de batata palha. Confira quais vêm inclusos e quais são à parte — é o que determina se a máquina atende o seu cardápio inteiro.
Potência — legume duro como cenoura e beterraba exige mais que folha. Motor curto trava no meio do lote.
Boca de alimentação — boca larga aceita o alimento inteiro e evita o corte prévio, que é justamente o trabalho que você quer eliminar.
Higiene — discos e cuba removíveis, em material que aceita sanitizante. É superfície de contato com alimento cru e a fiscalização olha.
É substituição direta de mão de obra: o que ocupava uma pessoa a manhã inteira passa a levar minutos. E o corte padronizado melhora a apresentação do prato e o controle de porção, que é onde o custo do restaurante se define.
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