Ninguém avalia uma hamburgueria só pelo lanche. A batata sai em quase todo pedido e é ela que chega murcha ou encharcada quando a fritadeira não dá conta — e é sobre isso que o cliente reclama no aplicativo.
O motivo é quase sempre o mesmo: queda de temperatura. Batata congelada joga o óleo para baixo. Se o equipamento não recupera rápido, ela cozinha em vez de fritar e absorve gordura.
Recuperação de temperatura — é o número que importa numa operação de pico curto. Potência e litragem trabalham juntas aqui: tanque maior segura melhor a temperatura quando entra alimento congelado.
Dois tanques independentes — separa batata de empanado. Sem isso, o nugget passa gosto para a batata e vice-versa, e você troca óleo antes da hora.
Zona fria — a região abaixo das resistências onde os resíduos descem e param de queimar. Estica a vida do óleo e mantém o sabor limpo.
A de bancada resolve delivery e operação pequena, ocupando pouco espaço ao lado da chapa. A de piso tem tanque maior e sustenta melhor o volume de uma casa com salão cheio.
A elétrica é mais simples de instalar e tem termostato preciso — boa para ponto alugado e food park. A a gás recupera temperatura mais rápido e custa menos por hora, o que pesa em quem frita sem parar na sexta e no sábado.
Duas contas: óleo dura mais com zona fria e tanques separados, e a batata sai certa — o que sustenta a nota no aplicativo, que é hoje o que decide se o cliente pede de novo.
Temos fritadeiras elétricas e a gás, de bancada e de piso, de um ou dois tanques, com garantia e envio para todo o Brasil a partir do centro de distribuição em São Mateus do Sul, no Paraná. Chame no WhatsApp e conte quantos lanches você faz por noite.
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