A fritadeira principal do restaurante vive ocupada com batata. Quando entra um pedido de isca de peixe, polenta ou pastelzinho, ou a batata sai da frente ou o petisco espera.
E tem o outro problema: fritar peixe no óleo da batata contamina a batata do resto da noite.
O tacho resolve os dois de uma vez — é um ponto de fritura adicional, pequeno, com óleo próprio.
Cuba rasa e larga: o produto boia e é virado com escumadeira, em vez de sacudido num cesto.
É o que funciona para o que se quebra ou desmancha — pastel, isca empanada, bolinho, polenta, torresmo. Em fritadeira funda com cesto, boa parte disso chega quebrada ao prato.
3 litros — petisco ocasional e cardápio enxuto. Esquenta rápido e ocupa pouca bancada, o que importa em cozinha cheia.
7 litros — bar com porção no cardápio e movimento de fim de semana. Mais óleo mantém a temperatura estável quando entram várias porções seguidas.
O escorredor embutido é onde a porção descansa saindo do óleo. Sem ele, o frito escorre na bandeja e amolece por baixo — e chega murcho à mesa.
A peneira recolhe a farinha solta do fundo. É o que evita que o empanamento queimado escureça o óleo e passe amargor ao próximo pedido.
O modelo com pé fica na altura de trabalho e libera a bancada inteira — faz sentido em cozinha onde o frito é constante.
O de bancada entra e sai conforme o dia, e serve bem quem tem noite de petisco e almoço de prato feito.
Confira a tensão e o circuito: um segundo ponto de fritura costuma disputar tomada com equipamento que já está lá.
Para fritura funda em volume, veja as fritadeiras elétricas a óleo — a maioria das casas tem os dois, cada um no seu produto.
Os tachos são de fabricação própria, com garantia e envio para todo o Brasil a partir do centro de distribuição em São Mateus do Sul, no Paraná.
Chame no WhatsApp e conte quantas porções você serve na noite mais cheia — a gente indica a litragem antes de você fechar.
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