Há uma contradição na rotina de quase toda padaria: ela descarta pão no fim do dia e compra farinha de rosca em pacote para os empanados e recheios da rotisseria.
O moinho fecha esse ciclo. O pão que sobrou — já pago em farinha, fermento, gás de forno e hora de padeiro — vira um produto com preço por quilo maior que o do pão que o originou.
Este é um dos poucos equipamentos que atacam desperdício. O insumo custa zero; o que se gasta é energia e alguns minutos de máquina.
Numa padaria que sobra alguns quilos por dia, isso vira produto embalado para o balcão — ou insumo próprio, e aí você para de comprar.
Este é o detalhe que decide se vai funcionar. Pão do dia, ainda úmido, empasta no moinho em vez de virar farinha.
A rotina que dá certo aproveita energia que ia embora: secar no forno residual, depois de desligar, e moer no dia seguinte.
O mesmo moinho tritura biscoito e bolacha para base de torta e sobremesa — e aí ele atende também a confeitaria, e não só a rotisseria.
Granulometria uniforme importa: farinha irregular não adere por igual no empanado, e o grão grosso queima antes de o fino dourar.
Modelos de 1/2 CV bivolt ligam em qualquer tomada, sem ponto dedicado. Entram no fluxo do fim do turno, quando a padaria já está desmontando.
Confira se as peças desmontam: farinha fina se acumula em cada canto, e sem limpeza fácil o produto de amanhã sai com gosto do de hoje.
Veja também os raladores e os demais equipamentos de bancada — são os que mais devolvem hora de gente na padaria.
Trabalhamos com moinhos das principais marcas de panificação, com garantia e envio para todo o Brasil a partir do centro de distribuição em São Mateus do Sul, no Paraná.
Chame no WhatsApp e conte quanto de pão sobra por dia — a gente indica o modelo antes de você fechar.
FALE COM O SETOR DE VENDAS
(42)8826-0138 ou compre pelo WhatsApp
RASTREAMENTOS
(42)3578-0062