A padaria vive de dois momentos: o pão da manhã e o salgado da tarde. Coxinha, risole, bolinho e pastel são produtos de margem alta, e é a fritadeira que decide se eles saem no ponto ou encharcados.
Salgado que absorve óleo fica pesado, mancha o papel e o cliente não repete. A causa quase sempre é temperatura baixa demais no momento em que o produto entra.
Salgado congelado joga o óleo para baixo. Se o tanque é pequeno ou a potência é curta, o óleo não volta rápido e o produto cozinha em vez de fritar — absorvendo gordura.
Por isso a litragem e a recuperação de temperatura importam mais do que parece: dimensione pela quantidade que você joga de uma vez na hora do movimento, não pela média do dia.
Salgado empanado solta muita farinha. Sem zona fria, esse resíduo fica queimando no óleo, escurece rápido e passa gosto amargo. Com zona fria, ele desce e para — o óleo dura mais e o salgado sai com cor limpa.
Se você também frita doces, como bolinho de chuva ou sonho, vale um segundo tanque: doce fritado em óleo de salgado sai com gosto de tempero.
A elétrica tem termostato preciso, o que ajuda a manter o ponto do salgado constante. A a gás recupera mais rápido e custa menos por hora, compensando em padaria com alto giro de frito.
Salgado é dos itens de maior margem da padaria. Uma fritadeira que entrega produto crocante e padronizado aumenta a venda da tarde — e a economia de óleo com zona fria entra por cima.
Temos fritadeiras elétricas e a gás, de bancada e de piso, com zona fria e de um ou dois tanques, com garantia e envio para todo o Brasil a partir do centro de distribuição em São Mateus do Sul, no Paraná. Chame no WhatsApp e conte quanto salgado você frita por dia.
FALE COM O SETOR DE VENDAS
(42)8826-0138 ou compre pelo WhatsApp
RASTREAMENTOS
(42)3578-0062