Massa de coxinha é das mais ingratas da cozinha. Ela precisa cozinhar e ser mexida ao mesmo tempo — se parar de mexer, empelota e gruda no fundo; se tirar do fogo para mexer melhor, não cozinha por igual.
Feita na panela, exige alguém de pé mexendo com força durante todo o cozimento. É serviço pesado, quente e que ninguém quer fazer duas vezes no dia.
A misturela tem queimador a gás embaixo do tacho e pás girando dentro. Cozinha e mistura ao mesmo tempo, sem ninguém junto do fogo.
O resultado é massa lisa, sem grânulo e sem parte crua — o que na panela depende inteiramente do braço de quem está mexendo.
O mesmo equipamento faz massa de risole, croquete, bolinho de queijo, empada e o creme de recheio. Em rotisseria e salão de festa, ele costuma ser o equipamento mais usado da cozinha.
15 e 22 L — salão de festa, lanchonete e quem produz salgado como linha secundária.
37 e 40 L — rotisseria e produção diária com entrega.
75 L — fabriqueta de salgados e quem fornece para terceiros.
Conte pelo lote, não pelo dia. Massa de salgado se faz em batelada, e fazer quatro seguidas anula o ganho de tempo.
Massa de coxinha é amido em alta temperatura — ela gruda em qualquer superfície porosa e queima no ponto onde ficou. Tacho em inox descola melhor e aceita a raspagem forte do fim do lote sem se degradar.
Confira o ponto de gás e a exaustão — é queimador aberto, e precisa estar previsto na instalação.
Vale ver junto a linha de cutters, que faz o recheio que vai dentro, e as fritadeiras, que fecham o ciclo.
Trabalhamos com misturelas das principais marcas de equipamento profissional, com garantia e envio para todo o Brasil a partir do centro de distribuição em São Mateus do Sul, no Paraná.
Chame no WhatsApp e conte quantos salgados você produz por lote — a gente dimensiona o tacho antes de você fechar.
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