Em refeição coletiva o óleo aparece na planilha. Quem frita centenas de porções por dia troca óleo com frequência, e cada troca é dinheiro. Por isso, numa cozinha industrial, a fritadeira certa não é a mais barata — é a que faz o óleo durar mais.
Resíduos que se soltam do alimento ficam circulando e queimando no óleo comum, escurecendo tudo. A zona fria, abaixo das resistências, recolhe esses resíduos e para o processo.
O efeito é direto: menos trocas de óleo por mês, sabor limpo e produto com cor uniforme. Em volume de cozinha industrial, essa diferença paga o equipamento.
A conta certa é quanto entra na fritadeira de uma vez só. Cozinha industrial trabalha em lote, e é o lote que derruba a temperatura do óleo. Tanque subdimensionado obriga a fritar em levas menores e alonga o tempo total de produção.
Dois ou mais tanques permitem produzir em paralelo e separar alimentos que não podem trocar sabor.
Fritadeira é o equipamento com maior risco de queimadura da cozinha. Procure torneira de dreno para escoar o óleo sem levantar o tanque, estrutura em inox e cesto com cabo isolado.
O dreno também importa para a higiene: sem ele, a troca de óleo vira improviso e acaba sendo feita com menos frequência do que deveria.
A a gás tem custo por hora menor e recupera temperatura rápido — costuma vencer em cozinha de alto volume. A elétrica oferece controle mais preciso de temperatura e instalação simples.
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