Em açougue, a pia não é móvel de apoio. É barreira sanitária. Manipulação de carne crua tem um risco específico — o que está na mão e na faca passa para a próxima peça — e a fiscalização olha exatamente isso.
São duas funções distintas, e usar uma pia para as duas é apontamento certo.
Com acionamento automático, sem torneira de girar. A razão é direta: a mão recém-lavada que fecha a torneira recolhe de volta o que acabou de sair.
Ele fica na área de manipulação, ao alcance de quem está cortando. Longe do posto de trabalho, ninguém usa — e aí ele existe só no papel.
Faca, chaira, gancho, bandeja e serra fita desmontada precisam de cuba grande e funda, que aceite a peça submersa. Gordura de carne só sai com água quente e produto, e só de molho.
Tanques de 160 litros comportam peça grande sem que o açougueiro esfregue no ar.
Com dois tanques, o que chega sujo não encosta no que já saiu limpo. É o mesmo princípio da separação entre cru e pronto que vale no resto do açougue.
Inox resolve o resto: não tem poro, aceita produto forte e a cuba é peça única, sem emenda para acumular resíduo.
Bandeja e caixa monóbloco não podem secar no chão. A prateleira embaixo da pia resolve escorrimento e guarda no mesmo móvel — e é dos itens mais baratos que evitam apontamento.
Confira onde estão o ponto de água e o ralo antes de escolher o comprimento. E lembre que lavatório e tanque são dois equipamentos, não um — é o erro mais comum de quem está montando o ponto.
Veja também os acessórios de açougue, onde está o esterilizador de facas, e os móveis em inox.
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