No restaurante o gelo tem dois usos, e a maioria só considera o primeiro:
Bebida — refrigerante, suco, drink e água. É o consumo visível, concentrado no almoço e no jantar.
Cozinha — resfriar caldo e molho rapidamente antes de refrigerar, manter pescado e frutos do mar na exposição, chocar legumes após branqueamento. Aqui o gelo é segurança alimentar, não conforto: alimento quente que demora a esfriar passa pela faixa de risco de proliferação.
O cubo atende a bebida — derrete devagar e não dilui rápido.
A escama resfria mais rápido porque tem mais contato com o produto. É o formato certo para pescado, resfriamento de caldo e conservação em exposição.
Restaurante que trabalha com frutos do mar costuma precisar dos dois formatos.
Some o consumo de salão e cozinha, e calcule pelo dia mais cheio. Modelos na faixa de 40 kg por dia atendem a maioria dos restaurantes de salão; operações maiores ou com muito pescado pedem 65 kg ou mais.
Considere também a capacidade do depósito: a máquina produz ao longo do dia e acumula, e é a reserva que atende o pico do almoço.
O gelo vai direto na bebida do cliente e em contato com alimento. Filtro na entrada evita gosto, atende a boa prática sanitária e protege a máquina da incrustação, que derruba a produção com o tempo.
Em gelo comprado, em freezer liberado (que volta a guardar proteína em vez de saco de gelo) e no risco eliminado de faltar no dia cheio. Some ainda a conformidade sanitária no resfriamento — que não tem preço até virar autuação.
Temos máquinas de gelo em cubo e em escama, de fabricação própria e das principais marcas, de 12 a 65 kg por dia, com garantia e envio para todo o Brasil a partir do centro de distribuição em São Mateus do Sul, no Paraná. Chame no WhatsApp e conte o seu cardápio e o movimento do almoço.
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