A fermentação é a etapa mais imprevisível da padaria — e a que mais depende do clima. Massa que cresce no balcão fica à mercê da temperatura do dia: no inverno demora e atrasa a fornada, no verão acelera demais e a massa passa do ponto antes de chegar ao forno.
A estufa de crescimento, também chamada de câmara de fermentação, resolve isso mantendo temperatura e umidade constantes. O pão fica igual em janeiro e em julho.
Horário previsível — o padeiro sabe exatamente quando a massa estará no ponto, e a fornada sai na hora planejada. Sem estufa, a produção do dia depende de adivinhar o tempo de crescimento.
Volume e miolo — a umidade controlada evita que a superfície resseque durante o crescimento. Massa que resseca forma casca antes da hora e não desenvolve volume no forno.
Espaço — em vez de ocupar bancada com assadeiras espalhadas, a massa cresce em carrinho dentro da câmara. A cozinha ganha área de trabalho no horário mais apertado.
Conte pelo número de assadeiras por carrinho e quantos carrinhos você precisa em fermentação ao mesmo tempo. O ideal é que a estufa comporte a produção de uma fornada inteira, para que o ciclo não quebre.
Vale casar a estufa com o forno: os modelos com carrinho compatível permitem tirar da câmara e levar direto ao forno, sem remanejar assadeira.
A estufa padroniza o pão — e pão padronizado é o que faz o cliente voltar. Além disso, permite programar a produção: deixar a massa fermentando durante a noite e assar cedo, sem precisar de alguém acordando de madrugada só para acompanhar o crescimento.
Temos estufas e armários de crescimento de fabricação própria e das principais marcas, com garantia e envio para todo o Brasil a partir do centro de distribuição em São Mateus do Sul, no Paraná. Chame no WhatsApp e conte quantas assadeiras você precisa fermentar por vez.
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