Numa sala de manipulação, a mesma faca atravessa dezenas de peças por turno. O que ela pegou na primeira acompanha até a última — e é assim que a contaminação cruzada acontece num local que, no resto, está impecável.
Lavar na pia entre um corte e outro não resolve: a água fica na temperatura que a mão suporta, e nessa faixa não há esterilização.
Cuba estreita em inox, com resistência, mantendo água em temperatura alta e constante. A faca e a chaira ficam submersas em pé, com o cabo para fora.
Não é uma etapa a mais no trabalho: o operador larga a faca ali como largaria na mesa. A diferença é que ali ela está sendo tratada.
Ao alcance de quem está cortando. É a única que importa na prática.
Esterilizador do outro lado da sala vira enfeite: ninguém atravessa a área com a faca na mão no meio da produção. Os modelos de parede resolvem isso — ficam na altura do posto, sem ocupar bancada.
Em sala com vários postos, a conta é um por posto, e não um para a sala.
A chaira encosta na lâmina a cada afiada e devolve para a faca o que estava nela. Esterilizar a faca e deixar a chaira na mesa anula o processo — por isso o equipamento comporta as duas.
Ele é um dos três pontos de água exigidos na área de manipulação, e cada um tem função própria:
Esterilizador — faca e chaira, entre os usos.
Lavatório de assepsia — só as mãos, com acionamento automático.
Tanque de utensílios — gancho, bandeja e peça desmontada.
A ausência de qualquer um deles é apontamento. Veja os outros dois em pias e lavatórios inox.
O esterilizador é de fabricação própria, com garantia e envio para todo o Brasil a partir do centro de distribuição em São Mateus do Sul, no Paraná.
Chame no WhatsApp e conte quantos postos de corte você tem — a gente dimensiona antes de você fechar.
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