No açougue, praticamente toda a venda passa pelo balcão. O cliente escolhe olhando: cor da carne, corte, arrumação. Um balcão que apresenta bem vende corte mais nobre; um balcão opaco empurra o cliente para o preço.
E o mesmo equipamento tem outra função, essa não negociável: manter a carne entre 0°C e 4°C, que é o que a vigilância sanitária cobra.
Curvatura e altura do vidro — definem o ângulo de visão do cliente. Vidro curvo mostra mais e aproxima o produto.
Área útil da bandeja — conte quantos cortes você precisa expor ao mesmo tempo. Balcão apertado obriga a esconder produto na câmara, e o que não está à vista não vende.
Recuperação de temperatura — no açougue o balcão abre o tempo todo. Equipamento que demora a voltar à faixa coloca o produto em risco no horário de maior movimento.
Iluminação — a luz certa realça o vermelho natural da carne sem mascarar. Carne que parece fresca sai antes de virar perda.
O balcão vitrine é o coração da venda. O expositor vertical atende a carne embalada e o autoatendimento. A câmara fria guarda o estoque e a peça inteira antes da desossa — os três se completam num açougue estruturado.
Em perda e em mix. Carne descartada sai inteira do lucro, porque já foi paga. E balcão que apresenta bem vende picanha e maminha, não só o corte de menor preço — é onde a margem do açougue realmente está.
Temos balcões vitrine, expositores verticais e câmaras frias para açougue das principais marcas, com garantia e envio para todo o Brasil a partir do centro de distribuição em São Mateus do Sul, no Paraná. Chame no WhatsApp e conte o tamanho do seu balcão.
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