Dentro da linha de cocção, o forno turbo se diferencia por um detalhe mecânico com consequência grande: a turbina que força o ar quente a circular. Entender isso evita comprar errado.
No forno estático, o calor sobe naturalmente. A parte de cima fica mais quente, e quem assa precisa girar as bandejas no meio do processo — abrindo a porta, derrubando a temperatura e alongando o ciclo.
No forno turbo, a turbina distribui o ar por toda a câmara. Todas as bandejas recebem a mesma temperatura ao mesmo tempo, e o forno pode ser carregado cheio e fechado até o fim.
Como o ar em movimento transfere calor melhor que o ar parado, o turbo também costuma assar em menos tempo e com temperatura um pouco menor.
Sempre que houver produção em série: salgados, assados, gratinados, pães e biscoitos em volume. É o forno que padroniza.
Para pratos que pedem calor direto na base — pizza de lastro, por exemplo — o turbo não substitui o forno específico.
O gerador de vapor injeta umidade no início do assamento. É determinante para pão, que precisa da superfície úmida para crescer antes de formar a crosta. Para salgados e assados sem massa, é dispensável.
Conte em assadeiras por ciclo, não pelo tamanho externo. É esse número que diz se você fecha a produção no tempo do turno. E dimensione com folga — equipamento no limite todo dia dura menos.
Gás: custo por hora menor, compensa em uso prolongado, exige instalação. Elétrico: instalação simples, controle de temperatura mais estável, ideal para operação menor ou ponto alugado.
Temos fornos turbo a gás e elétricos, com e sem vapor, em várias capacidades, de fabricação própria e das principais marcas, com garantia e envio para todo o Brasil a partir do centro de distribuição em São Mateus do Sul, no Paraná. Chame no WhatsApp que a gente compara com o forno que você já tem.
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