Montar açougue não é comprar tudo de uma vez. É colocar primeiro o que trava a operação se faltar, e deixar para depois o que só melhora o resultado. A ordem abaixo é a que faz sentido para quem está abrindo ou reformando — e para quem já tem o ponto rodando e quer saber onde investir a seguir.
Serra fita — é o coração do açougue. Corta carne com osso, divide peças e define quanto você consegue processar por dia. As de 1,80 m atendem o açougue de bairro; de 2,20 m para cima já são de volume. Veja as serras fita para açougue.
Balcão refrigerado com vitrine — é onde a carne aparece para o cliente e onde ela se mantém entre 0 e +7 °C. Sem ele não há exposição legal nem venda. Veja os balcões de açougue.
Balança — computadora, com etiqueta. Não é acessório: é o que fecha a venda e o que a fiscalização olha.
Mesa e móveis em inox — superfície de corte que se higieniza de verdade. Madeira e fórmica não passam em vistoria sanitária. Veja os móveis em inox para açougue.
Moedor de carne — transforma o corte de segunda em carne moída, que é onde está o giro. Também é o primeiro passo para produzir hambúrguer e recheio próprios. Veja os moedores para açougue.
Misturador — homogeneíza tempero e gordura no mesmo ponto do começo ao fim da massa. É o que separa a linguiça que sai igual todo dia da que sai diferente. Veja os misturadores de carne.
Amaciador — abre a fibra e valoriza corte barato. Bife amaciado vende como corte nobre sem custar como um. Veja os amaciadores de carne.
Ensacadeira — fecha o ciclo da linguiça própria, que é o produto de maior margem do açougue. Veja as ensacadeiras.
Câmara fria ou minicâmara — é o que permite comprar boi inteiro ou dianteiro fechado em vez de peça picada. A economia na compra costuma pagar o equipamento antes do que se imagina.
Ilha de congelados — libera o balcão para a carne fresca e coloca o embalado no autosserviço. Veja as ilhas expositoras para açougue.
Expositor vertical — para embalados, frios e bebidas que acompanham a compra da carne. Veja os expositores de carne.
A pergunta certa não é quanto custa o equipamento, e sim quanto de serviço ele tira de cima da equipe. Moer, misturar e amaciar à mão consome horas de um profissional caro e difícil de repor — e o resultado varia conforme quem está no turno. A máquina faz igual todo dia e libera o açougueiro para atender e vender.
Temos a linha completa de açougue, com equipamentos de fabricação própria e das principais marcas, garantia e envio para todo o Brasil a partir do centro de distribuição em São Mateus do Sul, no Paraná.
Se você está montando do zero, chame no WhatsApp e conte o tamanho do ponto e quanto de carne pretende vender por semana — a gente monta a lista na ordem certa, sem você comprar o que ainda não precisa.
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