Enquanto a maioria dessa faixa vem com 2 CV e mói uns 250 kg/h, este tem 3 cavalos e faz 400 a 450 kg/h — quase o dobro. E não é só velocidade: entrega essa produção com força de sobra, sem forçar, sem superaquecer e sem quebrar.
A dor que ela resolve: o moedor semi-automático é o equipamento que mais quebra dentro de um açougue. E o motivo quase sempre é o mesmo: falta de força. Um motor de 2 CV trabalha no talo pra moer carne com nervo, gordura ou meio congelada — esquenta, perde ritmo, e aí o operador força com o soquete pra agilizar. É esse esforço que desgasta o sem-fim, a engrenagem e o próprio motor. Com 3 cavalos, a máquina não sofre — e o que não sofre, não quebra.
O 3 CV te dá duas coisas de uma vez: mói quase o dobro de um 2 CV (mais rápido) e ainda trabalha com folga (menos manutenção, dura mais). Some as duas e o motor fraco te custa mais de R$ 20 mil em 5 anos. Veja a conta ↓
O padrão dessa faixa é 1,5 a 2 CV. O nosso tem 3 — força de sobra pra moer sem trabalhar no limite.
Quase o dobro de um 2 CV (uns 250 kg/h) na mesma boca — e entregue com folga, sem forçar o motor.
Com força sobrando, ninguém força a máquina com o soquete — o que desgasta e quebra moedor fraco.
Acompanha 2 discos (5 e 8 mm), pré-cortador, faca e soquete — do corte grosso ao fino, moída uniforme.
Corpo em aço inox e bocal em ferro fundido: firme, não balança, aguenta o dia a dia do açougue.
Botão de emergência, sistema de segurança e 1 ano de garantia de fábrica.

Por que vale escolher o 3 CV: a diferença de força e de durabilidade na prática.
O 2 CV mói uns 250 kg/h; o 3 CV, 400 a 450 — quase o dobro. Pra moer os mesmos 450 kg, o 2 CV leva 1h48; o 3 CV, 1 hora. São 48 minutos a mais por dia de funcionário preso na máquina — todo dia.
Motor 2 CV (comum)
1h48 /450 kg
48 min a mais por dia na máquina
Motor 3 CV (este)
1h /450 kg
Quase o dobro da velocidade
| Só o tempo de funcionário que o 2 CV desperdiça | Valor |
|---|---|
| Por dia (48 min a ~R$ 20/h) | ~R$ 16 |
| Por mês | ~R$ 352 |
| Por ano | ~R$ 4.224 |
| Em 5 anos | ~R$ 21.120 |
Conta de exemplo: 450 kg de carne por dia, operador a ~R$ 20/h, 22 dias/mês. E isso é só a mão de obra — o motor fraco ainda é forçado com o soquete e desgasta, somando manutenção (facilmente R$ 1.500/ano de conserto). Valores variam por uso e região; refaça a conta com os seus números.
Entre as máquinas dessa faixa, você quer sempre a de maior rendimento. Na mesma boca 98:
| Motor 2 CV (comum) | Motor 3 CV (este) | |
|---|---|---|
| Produção | ~250 kg/h | 400 a 450 kg/h (quase o dobro) |
| Esforço do motor | Trabalha no limite, esquenta | Sobra força, não superaquece |
| Carne dura / gordura / meio congelada | Perde ritmo → operador força com o soquete | Puxa sem travar |
| Manutenção e vida útil | Forçado, desgasta — o que mais quebra no açougue | Não sofre → menos conserto, dura mais |
Comparação de porte de motor (1,5–2 CV é o padrão de mercado nesse tamanho), não de uma marca específica. Boca, estrutura e uso equivalentes.
Muita gente chega em dúvida entre este semi-automático e o moedor automático com homogeneizador. Vamos ser diretos: pra boa parte dos açougues, o semi é a escolha certa — mais barato e resolve. O automático só compensa em casos específicos. Três perguntas decidem:
No semi, o operador alimenta a boca na mão. Até ~400 kg/dia isso é tranquilo. Acima disso, ele fica preso à máquina e vira gargalo — aí o automático (tanque de 20 kg, roda sozinho) começa a valer.
Este semi só mói. Se você faz blend (hambúrguer, linguiça, salame), precisa misturar carne e gordura por igual — e só o automático homogeneíza. Se é moída comum, o semi basta.
Carga grande numa só manhã (embutidos, por ex.) tira melhor no automático, que mói ~1.200 kg/h. Pro dia a dia de moída comum, os 400–450 kg/h do semi dão conta.
| Seu caso | Escolha |
|---|---|
| Moída comum, até ~400 kg/dia | Este semi 3 CV — mais barato, reforçado, resolve com folga |
| Moída comum, 400–600 kg/dia | Zona de transição — pese o tempo de operador preso à máquina |
| Vende blend (hambúrguer/linguiça) — qualquer volume | Moedor automático com homogeneizador |
| 600 kg/dia ou mais, ou vai crescer | Moedor automático — o semi vira gargalo |
Resumo honesto: se você faz moída comum e mói até ~400 kg por dia, este semi te atende muito bem e sai mais em conta. Se precisa de blend ou de volume alto e rápido, vale olhar o Moedor Automático com Homogeneizador da Sebem (mói 1.200 kg/h e ainda mistura). Qualquer um dos dois: garantia de fábrica e sistema de segurança.
| Moedor | |
|---|---|
| Capacidade | 400 a 450 kg/h |
| Motor | 3 CV |
| Bocal | 98 (em ferro fundido) |
| Frequência | 60 Hz |
| Alimentação | Semi-automática (bandeja para 10 kg + soquete) |
| Geral | |
| Estrutura | Aço inox (bocal em ferro fundido) |
| Voltagem | 220V ou 380V (monofásica ou trifásica) |
| Medidas (C×L×A) | 82 × 49,5 × 52 cm (comprimento com cabeçote) |
| Bandeja | 60,5 × 38,5 × 5 cm (10 kg) |
| Peso | 64 kg |
| Segurança | Botão de emergência e sistema de segurança |
| Acompanha | 2 discos (5 mm e 8 mm), faca e soquete |
| Garantia | 1 ano (fabricante) |

Primeiro, a produção: um 2 CV mói uns 250 kg/h; o 3 CV faz 400 a 450 — quase o dobro na mesma boca 98. Segundo, a força: o 3 CV entrega isso com folga, sem trabalhar no limite. O 2 CV precisa se esforçar pra dar conta — esquenta, perde ritmo em carne dura ou gordurosa, e aí o operador força com o soquete. É esse esforço que mais quebra moedor no açougue. Por isso o 3 CV mói mais rápido, dura mais e dá menos manutenção.
De 400 a 450 kg/h, na boca 98 com o motor de 3 CV — quase o dobro de um moedor de 2 CV do mesmo porte, que faz cerca de 250 kg/h.
Vale por dois motivos. No dia a dia, ele mói quase o dobro (400–450 vs ~250 kg/h), então seu funcionário passa bem menos tempo preso à máquina. No longo prazo, trabalha sem forçar: não superaquece, não trava em carne dura e não é castigado com o soquete — menos conserto (um motor forçado tira facilmente R$ 1.500 por ano) e uma máquina que dura vários anos a mais. Somando tempo e manutenção, o motor fraco custa mais de R$ 20 mil em 5 anos.
Muito menos que um moedor de motor fraco. O semi-automático é o equipamento que mais quebra no açougue quando falta força — porque é forçado e desgasta sem-fim, engrenagem e motor. Com 3 CV há força de sobra: a máquina não sofre, então não desgasta do mesmo jeito.
Sim. Conta com botão de emergência e sistema de segurança. Ainda assim, alimente sempre com o soquete (nunca com a mão), mantenha a máquina aterrada e limpe sempre desligada.
Sim, corte a carne em pedaços que passem pela boca. A máquina acompanha o disco pré-cortador, que faz o corte grosso antes do disco fino. Depois é só deixar a máquina puxar no ritmo dela; com 3 CV ela tem força e mói sozinha. Não empurre com o soquete além do necessário: forçar é o que desgasta a máquina.
Você escolhe na compra: 220V (monofásica ou trifásica) ou 380V (monofásica ou trifásica). Instale sempre com eletricista, em ponto de força aterrado.
Não. Este é um moedor: ele mói, mas não homogeneíza (não mistura carne e gordura por igual). Se você precisa fazer blend de hambúrguer, linguiça ou salame, o indicado é o Moedor Automático com Homogeneizador da Sebem, que mói e mistura.
São 1 ano de garantia de fábrica, com assistências autorizadas em todo o Brasil. Para não perder a garantia do transporte, confira a máquina na frente do motorista e anote qualquer avaria no canhoto antes de assinar.
No vídeo, o passo a passo completo: recebimento, ligação elétrica (220V/380V), montagem do bocal, operação e limpeza — e como conferir a máquina na entrega para não perder a garantia.
Moedor Semi-Automático 3 CV Sebem: se é pra ter um semi, tem que ser 3 cavalos.
Mais força, não sofre, dura mais e não te cobra em conserto. Fale com a gente pelo WhatsApp.
Você encontra todos esses modelos e também acessórios como luvas,lâminas,trefilas no site oficial da marca Sebem ou em suas lojas oficiais no Mercado Livre,Amazon ou Shopee.
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