A refrigeração de um restaurante não se resolve com um equipamento grande. Ela se resolve com equipamentos certos nos lugares certos — e a primeira regra é sanitária: carne crua não divide espaço com produto pronto para consumo.
Contaminação cruzada é a autuação mais comum em cozinha, e prevenir custa menos que remediar.
Freezer (−18°C) — estoque de proteína. É o que permite comprar carne em volume, quando o preço está bom, em vez de pagar o preço do dia toda semana.
Geladeira comercial (0°C a 8°C) — pré-preparo, molhos, marinados e mise en place. O modelo de produzir antes e servir depois depende dela.
Geladeira sob bancada — embaixo da área de montagem, ao alcance de quem monta o prato. Economiza passos no pico.
Expositor de salão — bebidas e sobremesas à vista, que são os adicionais de maior margem.
Câmara fria — quando o volume justifica um ambiente inteiro refrigerado.
Restaurante que compra mensal precisa de bem mais capacidade de congelamento que quem recebe entrega semanal — e é justamente quem compra em volume que consegue o melhor preço por quilo.
Ou seja: capacidade de armazenagem é poder de negociação com o fornecedor. Vale considerar isso na conta do equipamento.
Recuperação de temperatura — no almoço a porta abre sem parar.
Inox e prateleiras removíveis — higienização exigida em área de manipulação.
Consumo — equipamento ligado 24 horas; a diferença aparece na conta do ano.
Em preço de compra da proteína e em desperdício — cada quilo perdido sai integralmente da margem, porque já foi pago. Numa cozinha organizada, a refrigeração é o que sustenta as duas contas.
Temos freezers, geladeiras comerciais, sob bancada, expositores e câmaras frias, das principais marcas, com garantia e envio para todo o Brasil a partir do centro de distribuição em São Mateus do Sul, no Paraná. Chame no WhatsApp e conte quantos pratos você serve por dia.
FALE COM O SETOR DE VENDAS
(42)8826-0138 ou compre pelo WhatsApp
RASTREAMENTOS
(42)3578-0062